- Escute: Leoni - As cartas que eu não mando
http://www.youtube.com/watch?v=E9Ww35XodtI
A alguém,
Parece até estranho, mas certas horas bate uma vontade de escrever a alguém.
{Se nunca teve essa vontade: que pena, mas não cabe a mim te dar os motivos}
Você passa pela lugar onde já a viu ou sabe que a ela pertence.
Tudo que existe ali te remete ao outro.
Uma vista, uma pedra, a música do rádio (as indicações tocavam na hora...).
E não importa o quanto queira que o sentimento pare (às vezes dói),
aí aparece uma p*rra duma placa com o nome da pessoa (ou sobrenome).
É assim mesmo. O melhor a fazer é sentar e escrever.
Talvez um sms, mas como pode ver sempre passo em muito os caracteres...
E tem que ser a próprio punho, nada de computador.
Não sei porque, mas parece ter mais credibilidade.
É fato que não se consegue expressar o quanto aquela pessoa foi importante.
Às vezes a pessoa nem sabe disso, às vezes ela te pergunta o que tá rolando e você ingênuo foge (ou responde na cara... eu prefiro esse, mais freestyle).
E o intuito desse texto talvez nem seja esse expressar o fato.
Talvez seja pra mostrar que ainda mando pequenos presentes...
Talvez pra dizer, pela n-ésima vez ( n> 5) que lembrei de você.
Talvez não seja pra po**a nenhuma.
{Fica a dica: lembre-se de dizer, se for o caso, que você simplesmente quer o outro feliz, especialmente em momentos de despedidas.}
E que fique dito.
{Voltando ao assunto "freestyle" e sendo contraditório com a música indicada, eu entreguei essa carta (pessoalmente, escrita a mão)}
{Pra fechar brega e clichê: Lulu Santos - Último romântico}
http://www.youtube.com/watch?v=FxW_1aslUn8
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Vinho
A primeira taça, o rubor no rosto e uma mente aberta.
A segunda taça, um batimento acelerado e um coração aberto.
A terceira taça, uma alma aberta e não consigo mais me fintar no espelho. Quem sabe quem encontrarei?
A segunda taça, um batimento acelerado e um coração aberto.
A terceira taça, uma alma aberta e não consigo mais me fintar no espelho. Quem sabe quem encontrarei?
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Poema
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Quem é você?
'Eu sou médico!' Ele dizia. A senhora em sua frente apresentava nos olhos as marcas dos anos.
'Não meu filho, esta é sua profissão. Pergunto quem é você?' Em sua voz uma melancolia sutil que indicava a longa busca pela resposta.
'Eu sou...' e a resposta secou em sua garanta. Talvez por medo do que viria ou por não saber ao certo o que falar. Ele não era nada e pergunto quem é você?
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