Pára pra ver o mundo passarDeixa pressa às mãos do vento
Cruza as pernas que tempo nós temos.
Olha a menina fugindo à infância
Gruda no gosto infinito da estrada
Segura o chapéu com força sutil.
Sente os ares de longas mudanças
Tira o terno poído do peito
Descruza as pernas que o sangue circula.
Toma esse livro e lê-o sem pausa
Mergulha com lastro no verso inscrito
Torna a cadeira, seu todo sentido.
Cruza as pernas que tempo nós temos.
Olha a menina fugindo à infância
Gruda no gosto infinito da estrada
Segura o chapéu com força sutil.
Sente os ares de longas mudanças
Tira o terno poído do peito
Descruza as pernas que o sangue circula.
Toma esse livro e lê-o sem pausa
Mergulha com lastro no verso inscrito
Torna a cadeira, seu todo sentido.
Frederico Bonissoni Pêgo
http://www.facebook.com/fredpego
* Texto convidado, lido e apreciado. Todos os méritos para Frederico Pêgo, com todos seus dons musicais, motores, científicos e artísticos.
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